4 mais razões para mais beijos e carinhos

Ei, você gosta de ter momentos íntimos com o seu parceiro? E do sexo que vocês fazem? Bem, se você disse sim a ambos, então temos boas notícias para você. O fato de exibir suas afeições pelo seu parceiro não é apenas bom para o seu humor, mas também afeta positivamente sua saúde.

Abrange principalmente a ocitocina – esse hormônio especial está ligado a um número de reações fisiológicas positivas, incluindo alívio da dor e sensação de prazer. É o que torna algo tão simples como um abraço, um ato reconfortante e satisfatório. Tão tranqüilizador, de fato, que a entidade American Psychosomatic Society relata que um breve abraço e dez minutos de mãos dadas reduzem muito o estresse e a sensação de bem estar pode prevalecer ao longo do dia.

Isso é uma ótima notícia para os casais, especialmente aqueles que gostam de trocar afeto o maior tempo que podem. Aceite nossas dicas e trate sua saúde com as seguintes ações pelas razões certas:

Conversas:

O simples fato de passar o tempo em contato junto com seu parceiro faz você se sentir à vontade, libera serotonina e reduz a pressão arterial também, de acordo com um estudo da revista Nova Cosmopolita americana. Esse achado se correlaciona com vários estudos anteriores que mostram menos casos de doenças cardíacas entre pessoas casadas.

Afagos:

Enquanto conversamos sobre a importância da comunicação, você sabia que os afagos (também conhecido como carícias) são uma maneira eficaz de dizer ao seu parceiro o que você não pode dizer com palavras? A comunicação não-verbal pode ser uma maneira muito poderosa de dizer ao seu parceiro “o quanto eu gosto de você”. Além disso, é a liberação desse tipo de oxitocina “doce”, que irá contribuir para os sentimentos de intimidade que ambos compartilham.

Beijos:

Alguns bons beijos não apenas aumentam seus níveis de ocitocina, reduz o estresse e também ajuda a manter a boca limpa – pois quando você beija, também está liberando bactérias e mantendo a placa longe dos seus dentes. Então escove os dentes, passe o fio dental, enxágue e beije muito!

Sexo:

As razões relacionadas à saúde para desfrutar de mais sexo são numerosas, o suficiente para que alguns médicos recomendem 200 orgasmos por ano para colher os maiores benefícios. E quais são os benefícios? Essa brincadeira ardente vai queimar muitas calorias, mas também reforçará seu sistema imunológico, tornando-o mais resistente a gripes e resfriados.

E enquanto você está adicionando mais sexo à sua rotina diária em benefício de sua saúde, não se esqueça da dieta e dos exercícios físicos – ou seja, alimentação balanceada e treino diário reforçam e melhoram seu desempenho sexual. Descubra os alimentos que podem aumentar sua libido, bem como busque praticar  movimentos que tonifiquem a região do quadril – que são responsáveis pela maioria dos movimentos nas relações sexuais – seu corpo vai agradecer.

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Quem é mais satisfeito: quanto menos dinheiro mais sexo?

No ano de 2017 a marca de preservativos Jontex realizou uma pesquisa que envolveu mulheres de classe A, B e C e seu comportamento e rotina sexual, além de também envolver questões que contribuem para um sexo mais seguro e satisfatório. O resultado foi que as classes B e C, além de fazerem mais sexo, eram mais satisfeitas sexualmente.

Há várias razões pelas quais isso é verdade; A estabilidade financeira dos mais abastados permite uma maior independência e interesse por assuntos muito mais diversificados na busca por prazeres psicológicos, muito mais do que físicos – como viajens, programas culturais, conhecimento intelectual e etc. Já pessoas com menor poder aquisitivo exploram mais a auto-realização através do sexo, além de tê-lo como uma necessidade física  catalisadora de estresse, há ainda o benefício psicológico.

Coisas que o dinheiro não pode comprar

As linhas divisórias entre os níveis socioeconômicos mostram algo que parece ter sido perdido quando se trata da divisão dinheiro e prazer.Enquanto as mulheres da classe baixa/média desfrutam de uma vida sexual considerada boa/ótima, as mulheres de classe alta (A) estão entre as menos satisfeitas (pouco/não satisfatória).

Dinheiro não é problema

Então, por que tantas mulheres ricas ( alto dado, com 70%) estão tão insatisfeitas sexualmente? Embora não haja respostas concretas que possamos dar, pode ser que o estresse de fazer e manter esse alto padrão de vida atrapalhe a rotina da maioria dos relacionamentos.

No caso dos homens e mulheres solteiros de classe alta, o sucesso profissional acaba colocando todo tipo de relação em segundo plano, abalando inclusive o desempenho sexual.

Comportamento de compra

Não há grande disparidade entre o número de brinquedos sexuais adquiridos por uma mulher de classe média e alta, mas o modo como cada grupo faz a compra deles é revelador de suas respectivas abordagens ao prazer. Enquanto uma mulher na faixa de renda da classe alta tende a comprar uma média de 1,5 cosméticos sensuais/brinquedos sexuais por ano, fazendo apenas uma compra por vez. Já os entrevistados de classe média afirmam comprar uma média de 6 cosméticos sensuais e brinquedos sexuais por ano, levando de quatro ou mais itens de uma vez.

Isso nos leva à conclusão (puramente especulativa) de que os “ricos” são mais contidos ou fechados para pensar no prazer sexual. Claro, você pode ser capaz de comprar todos os brinquedos sexuais do mundo, mas você realmente tem tempo para desfrutar de todos eles? Nós pensamos que não.

Portanto, no que diz respeito aos cosméticos e brinquedos sexuais em relação à satisfação sexual, as classes mais altas não vêm como prioridade, tendo preferência outros prazeres da vida proporcionados pelo dinheiro. Enquanto a classe média/baixa vê o sexo com mais naturalidade e como um benefício para sua saúde – até mesmo no comportamento de consumo.

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Amor em liberdade – Os adeptos a não monogamia

O documentário brasileiro “Amores Livres”, do cineasta João Falcão e transmitido pelo canal de entretenimento GNT foi o grande protagonista de discussões sobre este padrão de vida e comportamento adotado por alguns casais no Brasil. É possível tratar os relacionamentos abertos como algo normal? Até que ponto aceitamos a sexualidade como algo além de íntimo e individual como algo de real escolha do outro? Imoral ou “amoral” escolher este tipo de vida?

Sem julgamentos, vamos conhecer mais aqui sobre o “poliamor”.

No que consiste esta escolha?

O poliamor, relacionamento aberto ou “casamento free style” é a prática, o desejo, ou a aceitação de ter mais de um relacionamento íntimo simultaneamente – com o conhecimento e consentimento de todos os envolvidos – não devendo, no entanto, ser confundido com pansexualidade (atração sexual ou amorosa entre pessoas, independentemente do sexo ou identidade de gênero).

Em um sentido mais amplo, os praticantes do amor livre não se relacionam com outras pessoas apenas sexualmente, há envolvimento, ética, honestidade e transparência como um todo. Ou seja, para viver o poliamor como opção ou modo de vida, tem sim que se estar disposto a proporcionar relações íntimas, profundas e eventualmente duradouras com vários parceiros simultaneamente.

Por que vemos essa escolha com “maus olhos”?

Um dos motivos principais pelo qual vemos qualquer relação que não seja apenas entre dois seres como imoral ou suja é por nossa cultura e religião – que tradicionalmente e judicialmente presa pelo casamento entre duas pessoas, e no que se dá diferente disso, é tratado como traição. E a traição, tratada como o limite do que se aceita em um relacionamento.

Porém, como nos definirmos par quando se trata de desejo? É possível sentirmos atração física e sexual por toda vida por uma única pessoa? E quando a nossa relação não está bem – você conversa com seu parceiro(a) ou você olha para o lado? É possível amarmos uma pessoa e mesmo assim sentir atração por outras? E contar para seu parceiro (a) sobre essa vontade/atração por outro (a)?

Quantas vezes eu ou você passamos por isso? E nos dias de hoje, tão comum é vermos casais felizes nas redes sociais e encontrarmos um dos dois nos aplicativos de encontro ou namoro? Não seria mais honesto então admitirmos que neste caso o poliamor não é tão absurdo quanto pensamos que: levando em conta que todos somos suscetíveis a ter desejo por mais de uma pessoa?

Aceitação

Devemos levar em conta sempre nossos sentimentos. Nem todo mundo tem a capacidade de desprender-se de conceitos morais e sociais para escolher pôr em seus relacionamentos e na sua vida mais de uma pessoa, quanto mais várias. Entretanto, não sejamos tão severos quanto a moralidade e a ética – altamente questionáveis quando trata-se de desejo. Se analisarmos no meio social que vivemos, não é raro encontrar casais que se traem, ou que se amam e se separam pela incapacidade que temos de reprimir nossos desejos. O ser humano é dotado de todo tipo de sentimento e capaz de se render a ele ou de oprimi-lo. No caso da não monogamia trata-se de olhar com “amoralidade” – quem escolhe isso despe-se da visão crítica das pessoas e vive – sem medo da repressão social. Não há modo certo ou errado de viver, há o modo que se consegue viver para ser feliz.