Quem é mais satisfeito: quanto menos dinheiro mais sexo?

No ano de 2017 a marca de preservativos Jontex realizou uma pesquisa que envolveu mulheres de classe A, B e C e seu comportamento e rotina sexual, além de também envolver questões que contribuem para um sexo mais seguro e satisfatório. O resultado foi que as classes B e C, além de fazerem mais sexo, eram mais satisfeitas sexualmente.

Há várias razões pelas quais isso é verdade; A estabilidade financeira dos mais abastados permite uma maior independência e interesse por assuntos muito mais diversificados na busca por prazeres psicológicos, muito mais do que físicos – como viajens, programas culturais, conhecimento intelectual e etc. Já pessoas com menor poder aquisitivo exploram mais a auto-realização através do sexo, além de tê-lo como uma necessidade física  catalisadora de estresse, há ainda o benefício psicológico.

Coisas que o dinheiro não pode comprar

As linhas divisórias entre os níveis socioeconômicos mostram algo que parece ter sido perdido quando se trata da divisão dinheiro e prazer.Enquanto as mulheres da classe baixa/média desfrutam de uma vida sexual considerada boa/ótima, as mulheres de classe alta (A) estão entre as menos satisfeitas (pouco/não satisfatória).

Dinheiro não é problema

Então, por que tantas mulheres ricas ( alto dado, com 70%) estão tão insatisfeitas sexualmente? Embora não haja respostas concretas que possamos dar, pode ser que o estresse de fazer e manter esse alto padrão de vida atrapalhe a rotina da maioria dos relacionamentos.

No caso dos homens e mulheres solteiros de classe alta, o sucesso profissional acaba colocando todo tipo de relação em segundo plano, abalando inclusive o desempenho sexual.

Comportamento de compra

Não há grande disparidade entre o número de brinquedos sexuais adquiridos por uma mulher de classe média e alta, mas o modo como cada grupo faz a compra deles é revelador de suas respectivas abordagens ao prazer. Enquanto uma mulher na faixa de renda da classe alta tende a comprar uma média de 1,5 cosméticos sensuais/brinquedos sexuais por ano, fazendo apenas uma compra por vez. Já os entrevistados de classe média afirmam comprar uma média de 6 cosméticos sensuais e brinquedos sexuais por ano, levando de quatro ou mais itens de uma vez.

Isso nos leva à conclusão (puramente especulativa) de que os “ricos” são mais contidos ou fechados para pensar no prazer sexual. Claro, você pode ser capaz de comprar todos os brinquedos sexuais do mundo, mas você realmente tem tempo para desfrutar de todos eles? Nós pensamos que não.

Portanto, no que diz respeito aos cosméticos e brinquedos sexuais em relação à satisfação sexual, as classes mais altas não vêm como prioridade, tendo preferência outros prazeres da vida proporcionados pelo dinheiro. Enquanto a classe média/baixa vê o sexo com mais naturalidade e como um benefício para sua saúde – até mesmo no comportamento de consumo.

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Uma análise além do erotismo de 50 tons de Cinza

A história de Christian Grey, um magnata de apenas 26 anos que mantêm uma relação “diferente” com Anastásia Steele, é sem dúvida alguma um grande sucesso de vendas e de bilheteria. Sem dúvida, o livro e o filme 50 tons de Cinza são um dos mais polêmicos da nova geração. O conto erótico tem conteúdo sexual “caliente” que o tornaram uma das obras mais vendidas da atualidade. Seja pelo desejo de ler, curiosidade ou apenas para falar mal da obra, é importante ressaltar que não somente encontramos erotismo, mas aprendizado psicológico de grande valia para homens e mulheres.

Uma análise além do erotismo

Em todo mundo o filme 50 Tons de Cinza inspirou coleções de produtos eróticos.

É muito instigante a pitada erótica contida no livro e no filme. Afinal, inspirou coleções eróticas de produtos BDSM que são sucesso de vendas nas Sex Shops de todo mundo. Entretanto, analisando toda a linguagem que compõem a narração do livro, há questões morais e psicológicas muito fortes. Livro e filme mostram como o dinheiro e o poder são usados ​​para manipular pessoa culturalmente, moralmente e eticamente. Há uma luta interior entre o que a protagonista (Anastásia) quer de um relacionamento e o que ela se dispõe a fazer por amor.

Às vezes, nossa razão e os nossos sentimentos não combinam, e é aí que devemos analisar a grande diferença entre fazer tudo por uma relação e se essa relação te faz bem ou não.

Relacionamentos não curam patologias

Durante grande parte de sua narração, a protagonista Anastácia reflete sobre  o amor que sente por Christian Grey  e o que teria que suportar advindo dessa relação – que além de muito erótica tem sua parte ‘violenta’ e obsessiva – o magnata adora dominação e seu prazer é dar prazer de formas consideradas não convencionais, como em seu quarto do prazer que possui maquinários, chicotes e armas de tortura sexual esperando pela “submissa perfeita”.

Até onde o nosso amor pode ajudar um homem perturbado psicologicamente? Conseguimos mesmo salvar alguém desse tipo de patologia como em 50 tons de Cinza? Mesmo que em uma narração nada convencional, Anastácia não é diferente de muitas mulheres que se submetem a suportar coisas horríveis em nome do amor e na esperança que seu amado mude.

O filme atinge algumas questões-chave que muitas pessoas, principalmente as mulheres, enfrentam, mostra como a paixão pode ser uma coisa muito perigosa.

A visão feminina x visão masculina de 50 Tons de Cinza

Com certeza você já leu e ouviu muitas críticas sobre esse livro e sobre o filme. Claramente é possível notar que é um romance escrito para mulheres, afinal, todas nós que lemos e vemos o filme sabemos que não encontraremos um magnata metido a príncipe encantado, disposto a realizar nossos desejos financeiros querendo nossa submissão para satisfazer seus desejos sádicos. E se você pensa diferente disso procure hoje mesmo um psicanalista!

O que levou muitas mulheres a fantasiar e defender o best-seller 50 tons de Cinza foi a forma como o sexo foi abordado de forma livre – sem inibições ou proibições. A linguagem literária finalmente pôde sair do conceitual sexo “papai e mamãe” para um sexo ousado, selvagem e erótico.

Claro que a narração dos cenários, o teor sexual erotizado das falas e as fantasias que todos temos escondidas também nos fascinam. Mas muito mais do que isso, o livro veio a representar uma liberdade sexual que ninguém até então era capaz de transpor.

Muitos homens não entendem a literatura deste livro ser tão interessante para as mulheres. Já ouvi inclusive muitos comentários machistas dizendo que “a mulher que lê e gosta desse livro é porque no fundo gosta de apanhar”. Absurdo total né gente!

Na minha visão, o que os homens não gostam nesse livro é o fato de Christian Grey ser inatingível: ele é rico, bonito, sensual, atraente, inovador na cama, ter mulheres submissas a ele. Homens estes que não entendem o gênero ficção, na minha opinião.

Sejamos conscientes! Eu não queria ter um homem obsessivo, sociopata, sádico e problemático como Christian Grey, e também tenho certeza que não é amor que cura este tipo de homem, mas sou capaz de definir este livro como uma literatura de conteúdo erótico e psicológico muito rica.

Todas queremos e lutamos pela liberdade sexual, afinal nós também podemos ser ousadas, Mas não leve para a vida real atitudes da ficção. Não deseje que essa “história de amor” seja algo que você queria ter em sua vida. Pois o relacionamento de Christian e Anastásia nada mais é que uma relação abusiva – e na vida cotidiana pode acabar muito mal.

Leia o livro, veja o filme, experimente colocar mais erotismo no seu relacionamento, realize suas fantasias sexuais, mas não esqueça que o livro é uma ficção e o filme uma  adaptação cinematográfica. O conteúdo de ambos examina questões psicológicas sérias, e que mesmo disfarçadas, estão impregnadas na cultura de hoje.

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Você já leu o livro? Viu o filme? Qual sua opinião a respeito?

Fonte informativa:
http://youqueen.com/love/seduction/50-shades-of-grey-quotes

Relacionamento abusivo: Como descobrir e como lidar

Nos primeiros meses todo relacionamento são mil maravilhas – normalmente. Mas o que fazer se durante esse tempo você descobre estar em um relacionamento abusivo?

É bem verdade que vejo muitos julgamentos entorno do que é estar em um relacionamento abusivo. Pessoas que sofrem nesse tipo de relação são açoitadas por questões do tipo: “Você está nessa situação porque quer”, “Acho que você gosta de sofrer”, “Você é cega?”, “Será que só você não percebe o que está acontecendo?” – dentre muitos outros questionamentos críticos e acusatórios, que magoam quem sofre nessa situação e não resolvem o problema, pois na verdade uma parte de você sabe que certas atitudes em um relacionamento não podem ser aceitas, mas você vai relevando acreditando que o outro pode mudar.

O que é uma relação abusiva?

O retrato das relações abusivas é o desrespeito. A permanência em relações assim só trazem sofrimento.

São relações caracterizadas por jogos de controle, violência (verbal e/ou física), ciúmes, abstinência sexual e frieza emocional. Pode ser difícil identificar uma pessoa abusiva. A maioria dos abusadores emocionais costumam ser espertas e podem facilmente fazer você acreditar que não é boa/bom o suficiente – e os problemas da relação são causados unicamente por você.

Quais as características de uma relação abusiva?

É comum parceiros (as) abusadores (as):

  • Ridicularizar ao outro (a) em frente a seus amigos ou familiares;
  • Proferir críticas ou regular tudo o que você faz;
  • Insultar ou dizer frequentemente palavras que ferem;
  • Tentar manipular o outro (a) com ameaças, mentiras, grandes períodos de silêncios ou frases sem terminar;
  • Nunca reconhecer quais são suas qualidades;
  • Usar expressões corporais ou faciais para lhe assustar;
  • Não gostar que você encontre com seus amigos;
  • Não permitir que você faça atividades que gosta;
  • Dá demonstrações de afeto somente após fazer algo errado;
  • Usa o sexo como forma de manipulação.

Se você percebe que ao ler os itens acima são em sua maioria características da pessoas que você se relaciona, provavelmente está vivendo uma relação abusiva. É fundamental que você acabe com isso se não quiser se lamentar no futuro.

As consequências de uma relação abusiva podem ser levadas para outras relações, e por isso, o mais correto é procurar ajuda para tratar as feridas emocionais.

Quais são as consequências que pode-se vir a ter depois de uma relação abusiva?

A dificuldade de recuperar-se de um abuso emocional é tão grande quanto a de um abuso físico. O abuso emocional pode provocar baixa auto-estima, depressão e até suicídio. A frustração também é constante, afinal,  uma pessoa abusiva pode dizer que ama você e que irá mudar, portanto o ato de deixá-lo (a) pode trazer pensamentos de derrota diante de não conseguir “ajudar” quem você ama a mudar . No entanto, quanto mais vezes você dá oportunidade a esses pensamentos, mais controle o abusador ganhará sobre você. Relacionamentos abusivos nunca são abusivos no início, mas podem ter finais trágicos para seu estado emocional, por isso, caso tenha problemas em enfrentar o fim deste tipo de relação, procure ajuda psicológica.

O exercício de Não Julgar

Claro que ver pessoas queridas ao nosso redor passando por relações abusivas não é fácil. Mas o principal de escrever este artigo sobre essas relações é que todos temos uma prima (o), uma amiga (o), uma tia (o), uma vizinha (o) que vive ou viveu algo assim. E nossa primeira atitude é dar nossa opinião de quem vê de fora: sempre regada de nossos próprios princípios, nossa própria moral, nossa própria ética – esquecendo que você não está dentro da pessoa abusada emocionalmente, que normalmente está fragilizada, com a auto estima baixa e precisando de compreensão.

Apontar o dedo e tecer comentários críticos só a fará se sentir – ainda mais – culpada por não conseguir sair desse relacionamento. E não falo aqui de incentivar, mas de praticar empatia.

Pessoas abusadas emocionalmente não são “sem vergonha” ou “sem amor próprio”, muitas  simplesmente não tem forças por estarem extremamente deprimida, sem noção do tamanho do problema, sem apoio psicológico ou até mesmo por estarem sendo ameaçada.

E se você é quem passa ou passou por isso, converse com alguém ou procure ajuda médica. Existem diversos tipos de terapias que auxiliam na recuperação da sua auto-estima. E, acima de tudo, afaste-se do abusador emocional. Nos casos de violência, seja física ou psicológica, ligue 180. Só não viva isso sozinha! Existe sempre alguém que pode te ouvir!

Fonte informativa:
https://amenteemaravilhosa.com.br/detectar-relacao-abusiva
http://www.sosmulherefamilia.org.br/sinais-de-rela%C3%A7%C3%A3o-abusiva

O Machismo, o Sexo e a Cultura do Estupro no Brasil

Infelizmente, nem tudo que envolve o sexo tem a ver com prazer, amor, liberdade ou escolha. Na sociedade atual é muito importante se falar do lado mais sombrio e doloroso do sexo que é o estupro.

Antes fosse apenas uma brincadeira de mal gosto, mas não é mais incomum vermos casos de jovens acometidas a casos de estupro coletivo, ou ainda àquelas que são obrigadas a ceder sexo a homens por estarem em ocasional desvantagem perantes eles (muito comum nas festas ditas “universitárias”), ou mesmo a seus namorados ou cônjuges sob ameaças e pressões psicológicas. Violências sexuais como estas citadas acima e outras tão alarmantes quanto, devem nos fazer refletir e abrir  debate sobre a cultura do estupro e o machismo no Brasil.

Mas afinal o que se define por estupro?

Por lei, estupro é qualquer ato sexual sem consentimento, com emprego de violência ou grave ameaça. No caso de jovens menores de 14 anos, a presunção de violência é absoluta: qualquer ato é considerado “estupro de vulnerável”. Qualquer forma de prática sexual sem consentimento de uma das partes, envolvendo ou não penetração, configura estupro. No Brasil, apesar de ser crime hediondo, o estupro é um crime com alto número de ocorrências.

E por quê o machismo está tão ligado a cultura do estupro?

A cultura do estupro e estrutura social machista estão completamente interligados.

Por exemplo:

A maioria dos casos de Estupro acontece ou na família ou o ato é cometido por algum conhecido.

Uma garota está na casa de uma amiga e não consegue dormir, então vai para o sofá da sala assistir TV, e deitasse com seu pijama curto.  O irmão mais velho da amiga chega da balada e se deita ao seu lado. Começam a conversar normalmente. Depois de um tempo ele começou a acariciar a garota que fica sem graça, por segundos deixa e, ao notar maior aproximação pede para parar. Ele, em vantagem por estar em casa, e confiante de ter apenas seus familiares no ambiente diz para ela “deixar acontecer”. A garota coagida pela situação, constrangida, humilhada e com medo insiste que ele pare. Ele não ouve o seu apelo, deita em cima dela deixando-a sem movimento e comete o ato de estupro em um ambiente completamente normal, inclusive com pessoas por perto.

Acima criei apenas uma situação de estupro. Já vi muitas pessoas tentarem explicar o estupro com machismo. Como se estupro pudesse ter explicação, tais como: “mas ela estava de pijama curto”, “ela deixou ele deitar do lado dela”, “ela deixou ele acariciá-la”, “ela deu conversa pra ele”, etc. Ela e sempre ela – quando o criminoso ali era o homem que não soube respeitar um simples “PARE”, que não respeitou um  “NÃO” como genuíno “NÃO” –  e aproveitou de suas vantagens para cometer um crime de estupro.

Ou seja, sobre o ponto de vista cultural, uma mulher só por ser mulher já está “provocando” um homem – usando uma roupa curta, encostando seu corpo em um homem em um ônibus lotado, usando uma linguagem corporal ou verbal diferente, dançando de forma sensual. A estrutura social machista acaba por dar ao homem um direito sobre o corpo da mulher que ele nunca obteve – que é de escolher o que ele quer fazer com ela.

A Cultura do Estupro  impacta na sociedade brasileira permitindo aos homens abusarem do corpo das mulheres,física e moralmente e não serem culpados por isso. No fim, não se trata apenas do ato de estupro propriamente dito, mas também de  “aproveitar o momento” e saber que a ocasião permite a falta de punição – fazendo toda culpa do ato recair sobre a vítima.

Precisamos mudar este cenário e rever nossos conceitos machistas

Muitos movimentos Feministas têm se consolidado no Brasil em favor de causas como o fim da Cultura do Estupro. Existem movimentos que vão às ruas, bem como movimentos que se manifestam pela internet tendo em vista a divulgação e discussão sobre atos em prol da defesa da mulher.

No Brasil homens e mulheres são machistas! Encaremos primeiramente essa realidade. O corpo de cada um é de cada um. Vestido, não vestido ou travestido – você não pode tocar o outro (a) sem que ele (a) queira.  Respeitar isso já será um grande começo.

Ao invés da terrível realidade que é a cultura do estupro, devemos propagar ao nosso cotidiano a cultura do consentimento. Essa palavra é a chave para compreendermos e admitirmos que existe grande diferença entre sexo e estupro. Sexo é consensual, e se for adiante sem consentimento, deixa de ser sexo e passa a ser estupro.

Mesmo que a pessoa insinue querer sexo, esteja nua, talvez até já na cama e no momento declarar que deseja interromper o ato – a ação deve parar. Apenas o sexo praticado com o consentimento das partes envolvidas pode ser chamado de sexo. E ato sexual praticado sem consentimento não é sexo: é uma violência. É estupro.

Ainda que o estupro vitime homens e mulheres, sabemos que historicamente e atualmente as mulheres são as mais atingidas. E essa permanência  só se mantêm por esta cultura do estupro, que normaliza a violência sexual, em um cultura que  As pessoas não são ensinadas a não estuprar, mas sim ensinadas a não serem estupradas, com frases do tipo: “Não saia com esse short que é muito curto, vão mexer com você”.

Por isso, não se deixe enganar: não somente maníacos cometem estupro. Homens de classe média alta, estudantes das melhores universidades do país, atuantes em posições de destaque no mundo profissional também são abusadores – e nesse círculo social é bem mais comum do que se parece e sabe. O fator que faz muitos desses casos não chegarem à público ou mesmo às delegacias é o poder econômico que os agressores têm.

Não trata-se de feminismo falar sobre um assunto tão atual e estarrecedor quanto a violência sexual e as vertentes machistas que levam a casos silenciosos de estupro. Trata-se sim, de discutir até que ponto o nosso machismo foi e é capaz de velar um crime que acontecia debaixo dos mais diversos tetos, das mais diversas classes sociais.

Sexo só é sexo com consentimento – do contrário é estupro!

Fonte informativa:
https://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-cultura-do-estupro
http://colunastortas.com.br/2013/04/19/machismo-e-a-cultura-do-estupro
http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,qual-a-diferenca-entre-estupro-e-assedio-sexual-tire-essa-e-outras-duvidas,10000054350

Porque é tão importante um homem saber ser sensual – Sensualidade Masculina

Homem que sabe usar a sensualidade é raro! Mas porque muitos homens têm dificuldade em se fazer sexy? É muito mais comum falar-se da sensualidade feminina. Em todas as mídias há diversos artifícios voltados para a mulher se sentir mais sexy, mais poderosa, mais feliz com seu corpo. E digamos que somos mais bem condicionadas a saber lidar com a beleza e como conquistá-la com truques simples dados em qualquer revista feminina.

Nos últimos tempos os homens andam mais antenados quanto a questão sexual, já que as mulheres já não aceitam mais qualquer coisa no sexo e menos ainda na conquista. O empoderamento sexual pesou, e eles estão tendo que rebolar para acompanhar mulheres que têm a total ciência do seu próprio corpo e de todas as possibilidades que ele pode oferecer. Mas para os homens é muito mais difícil entender o papel importante da sensualidade. O universo masculino dispõe de muito menos “cartilhas” e manuais. As revistas não indicam aos homens as mesmas dicas que são dadas às mulheres.

Porém, de uma maneira geral, quais são afinal as qualidades que deixam um homem mais sexy diante das mulheres  hoje?

  • Ser confiante: O cara que tem confiança em si mesmo com certeza inspira confiança em qualquer mulher.  Nessa confiança obrigatoriamente tem que estar envolvido carácter e segurança em relação a si mesmo e aos outros.
  • Demonstrar vulnerabilidade: Ninguém é uma ilha protegida de tudo e todos. Quando sabe e tem coragem de dizer que não está bem, que tem medo, que tem sentimentos etc., ele cria vínculos e consequentemente demonstra ter transparência e intimidade. E sem intimidade não há sexo de qualidade.
  • Ser íntegro:  É o ingrediente que difere verdadeiros homens de pseudo-homens. Não há nada sexy num homem que finge ser o que não é.
  • Ter intelecto aguçado: Nada melhor que alguém que sabe pensar e desenvolver uma conversa. Inteligência é afrodisíaco forte. Um homem pode ser lindo, mas se não souber seduzir, a chance do segundo encontro é remota.
  • Ter senso de humor: Caminha junto com o intelecto. Um homem sério demais inspira medo. Mas atenção – é ter senso de humor não é bancar o “engraçadinho”. Mulheres de verdade – inteligentes e independentes –  adoram homens divertidos. A mistura entre um pouco de diversão e ousadia pode trazer excelentes resultados – inclusive se o cara é entusiasta no assunto sexual. As mulheres não gostam apenas de humor, mas também de humor com algum tato social.
  • Demonstração de afeto: Não há nada mais afrodisíaco que homem que se permite sentir: compaixão, amor, empatia, um sorriso sempre pronto quando vê a mulher chegar. Homem apaixonante é naturalmente sexy.

E você? O que te faz um homem sexy? Quem é um homem sexy na sua opinião? Comente conosco!